Finanças mais eficientes. Operações entre Brasil e China mais simples.
A relação entre Brasil e China cresce rapidamente, mas a infraestrutura financeira ainda não acompanha esse ritmo. Neste artigo, Feng Bo, fundador da viaBravo!, explica por que eficiência e simplicidade são essenciais para destravar o verdadeiro potencial das finanças transfronteiriças.

Ao longo da minha trajetória no Brasil, vi um padrão se repetir inúmeras vezes:
as oportunidades entre Brasil e China são claras, reais e crescentes — e, ainda assim, a execução costuma emperrar no mesmo ponto: o caminho financeiro.
Em geral, o problema não está na ausência de oferta. Está no desenho: a infraestrutura disponível não foi construída para conectar, com fluidez, dois sistemas tão diferentes.
Foi a partir dessa constatação que nasceu a viaBravo!.
O problema não é o negócio. É o caminho financeiro.
Quando uma empresa brasileira começa a trabalhar com fornecedores, tecnologia ou investidores chineses — ou quando uma empresa chinesa decide operar no Brasil — os desafios aparecem cedo:
- contas locais que não sustentam rotinas internacionais
- pagamentos e câmbio fragmentados em múltiplas plataformas
- crédito disponível, mas pouco adaptado à realidade transfronteiriça
No fim, executivos gastam mais tempo coordenando processos financeiros do que expandindo o negócio.
Esse atrito não é inevitável. Ele é estrutural.
Reorganizando a lógica de conta, pagamento e crédito
A viaBravo! é uma fintech brasileira construída, desde o início, para o corredor China–Brasil.
Nossa proposta não é empilhar produtos. É reorganizar o básico para operações internacionais:
- Conta deixa de ser o ponto de chegada e passa a ser o ponto de partida da operação
- Pagamento e câmbio deixam de ser etapas separadas e passam a funcionar como uma única jornada
- Crédito passa a ser estruturado com base em fluxo real de negócios, comércio e dados operacionais
O objetivo é direto: menos fricção, mais previsibilidade, mais eficiência.
Uma oportunidade que é do Brasil — e também da China
Muito se fala sobre a entrada de empresas chinesas no Brasil.
Menos atenção vai para o movimento inverso: empresas brasileiras acessando oportunidades por meio da China.
Tecnologia, cadeias produtivas, capital e escala estão cada vez mais conectados ao ecossistema chinês.
Sem instrumentos financeiros adequados, esse acesso tende a ficar limitado a poucos.
A viaBravo! existe para ampliar esse alcance — para empresas brasileiras e chinesas.
Por que isso importa para mim
Sou Feng Bo.
Há mais de 20 anos atuo na América Latina, tendo participado ou assessorado mais de US$ 500 milhões em operações nos setores de telecomunicações, comércio internacional e bancos.
Também ajudei mais de 10 empresas chinesas a se estabelecerem no Brasil, apoiando cerca de R$ 10 bilhões em volume anual de negócios.
Essas experiências deixaram uma lição clara:
eficiência financeira é um fator decisivo de competitividade.
A viaBravo! não pretende reinventar o sistema financeiro.
Nosso foco é mais pragmático: fazer o sistema funcionar melhor exatamente onde costuma falhar — nas operações transfronteiriças.
Mais eficiência.
Menos complexidade.
Conexões operacionais reais entre Brasil e China.
Esse é o nosso trabalho.
— Feng Bo
Autor: viaBravo!
Publicado em 1 de fevereiro de 2026